quinta-feira, 22 de julho de 2010

Assunto polêmico

Religião.
A verdade é que: Não tem como ser cético nesse aspecto.
Sempre vai ser um assunto polêmico, se houver guerra entre
os diversos modos de pensar, e ver o mundo.
Quer dizer, você é cético? Se for, você confia nos seus cinco sentidos?
Eu não confiaria. Pode ser uma matrix, quem vai provar que não?

Temos mesmo é que respeitar a consciência das pessoas.
Nenhum de nós é o único com uma mente, e independente do
que for, se uma linha de raciocínio te levou a acreditar no que
você acredita, então, na minha opinião, você está certo.
Claro que também precisamos manter nossas cabeças abertas
a novas linhas de raciocínio, que somam, ou eliminam os nossos
pensamentos anteriores. Se somarmos conhecimentos, sem
guerras ou discórdias, um dia a humanidade estará caminhando
unida rumo à verdade. É aquele esquema, não concordar
nem discordar, mas sempre ouvir. Armazenar, pra quando
futuramente, tivermos material suficiente, considerarmos verdade,
ou descartarmos a informação.

O que eu acho verdadeiramente errado, é o fanatismo.
Não, não confundam fé com fanatismo. Fanáticos podem até
mesmo ser ateus. Acreditar com toda a força em algo, apenas
porque alguém falou, seja esse alguém quem for. Sem perguntar
os por quês, e ainda transmitir a mesma idéia com devota paixão.
Sem constatar nada parecido, sem pensar a respeito.

Se a verdade é imutável, então todos estamos trilhando caminhos
diferentes com um mesmo destino, um mesmo objetivo.
Não pense você, que já chegou ao fim, pois acredito que essa é
a maior prova de que você nem começou a traçar um caminho.
Eu gosto de afirmar que: "A certeza é a maior prova da ignorância".
A menos que você seja iluminado, eu acho.

Sendo assim, minha sugestão eh que cresçamos juntos.
Acumulemos conhecimentos juntos, e não nos deixemos levar
pelos nossos desejos, mas sim pela nossa vontade. Qual a diferença?
O desejo é emocional. A vontade é racional.

Consciência à humanidade.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Enrolação

O que me faz pensar, que alguém leria um post tão grande?
O que me faria querer, que alguém lesse os meus posts?
Não sei se quero. Mas não me importo que o façam.
Então, por fim, o que me faz questionar o que me faz pensar,
que alguém leria um post tão grande?
Bom, é um blog. Ta aí pra ser lido. Se vai ler ou não, já não
é uma grande questão. Eu estou aqui pra escrever, e assim
como tenho a opção de não fazê-lo, você tem a opção de não lê-lo.
Que seja, chega. Será que eu exercitei os neurônios de alguém?
Não? Tudo bem, tudo bem.

Consciência à humanidade.

PS.: Me refiro ao post de baixo, "Teatro".

Teatro

Já que estou no clima, let's keep writing.
Só pra explicar o segundo post, "Há dois dias atrás...",
Eu não passei na análise de currículo por que eu
me inscrevi pra orquestra, e não pro curso de piano.
E eu passei na primeira fase. Não fui fazer o teste,
porque eu não quero entrar pra orquestra.

Mas enfim. Teatro.
Faz um tempo que venho pensando nesse assunto.
Tudo começou com um amigo. O que aconteceu, foi que, ao
mesmo tempo que eu estava zuando uma pessoa,
ele estava aceitando a mesma pessoa de braços abertos.
Eu, realmente dizendo algo sobre a pessoa que cabe
perfeitamente a mim mesma. E ao me deparar com
essa realidade, a grande catástrofe que eu posso ser às vezes,
ao grande buraco que sempre passou despercebido aos
meus olhos sobre o meu caráter. Eu entrei em um estado
de depressão, introspecção inabalável. Nada me tiraria
daquele estado, e nem deveria. Era hora de olhar pra dentro.

Sensação de superioridade. Sensação de inferioridade.
Costumavam estar presentes a cada momento da minha vida,
me jogando pro alto, ou pra baixo, o tempo todo. O tempo todo.
Eu percebi que vivia de comparações. Corpo, beleza, habilidades,
inteligência, sabedoria, cultura, caráter, personalidade, tudo.
Eu vivia a observar, e constatar. Me sentindo bem, ou mal, e
não fazendo nada a respeito. Não pense você que qualquer uma
das sensações imperava. Eram as duas sempre ali, lado a lado.
Mas claro que a que me fez olhar pra dentro foi a sensação de
superioridade, já que é essa que incomoda as pessoas de fora.
Então eu me senti na necessidade de mudar, finalmente.
Escrevi: "Não sou melhor que ninguém, não sou pior que ninguém."
Me senti na necessidade de estar em palco. De parar de observar,
e me tornar protagonista da minha própria vida. Arriscar, e entender
como os conhecimentos funcionam quando colocados em prática.
Errar, falar o que não devia, o que devia, e aos poucos aprender.
Aprender a ser, vivenciar e sentir o que eu apenas havia pensado,
observado e constatado. Quanto a outras idéias, perceber que não
funcionam quando em prática, e desenvolver novas idéias.

O ponto final foi a minha viagem ao sistema geográfico sul mineiro,
quando precisei passar por algumas experiências que me permitiram
enxergar, com muito mais clareza como enxergamos nos outros,
nossos próprios defeitos, como verdadeiros espelhos, e como somos
todos diferentes, mas não melhores, e jamais piores. Isso tudo me
ajuda me tornar, aos poucos, uma pessoa mais sociável, mais tolerante,
e com certeza menos arrogante. Espero ter transformado toda essa
energia em consciência, e que agora eu possa verdadeiramente atuar,
representando eu mesma no palco da vida.

Consciência e equilíbrio à humanidade.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Restart

Pra recomeçar o blog, nada melhor doq falar
de algo que toca tanto o meu coração.
É claro que estamos falando de ódio.
Disse alguém muito inteligente:

"Vuvuzela: Objeto colorido que produz um som contínuo,
extremamente irritante. No Brasil, chamamos isso
de restart."

Na verdade não era isso, mas é algo parecido.
Enfim. Não estou criticando o gosto de ninguém.
Estou sim. Mas, não criticando o fato de ninguém
gostar dessa bosta.

1.Vocal que não sabe cantar.
Os dois que eu vi cantando. O de oclinhos da Wilma
não é tão ruim não, mas aí eu me pergunto. Porque
eles colocam o outro carinha q nem afinado é, pra
cantar? O cara quase estoura as pregas vocais,
não q o outro tb quase n estoure, mas esse ainda estoura
pra nem chegar na nota. Não respiram, não apoiam,
não têm domínio da própria voz. Técnica, pra quê?
Dá pra ver as veias do pescoço dele, amazing.
Cuidado, não vai ter cancer como o Zezé Di Camargo.

2.Harmonia babaca
Acho que o problema não tá nem na harmonia babaca.
Muitos outros caras que eu... até... respeito, fizeram
sucesso com harmonias babacas. O engraçado, é
ver os caras na maior pose, tipo, tô tocando um negócio
muito foda, até o batera na maior preparação pra bater
uma vez na caixa. Vou admirar esses caras, ou um
do rock progressivo tocando algo extremamente virtuosístico sem
nenhum esforço, e nenhum movimento exagerado?

3.Letras sem mensagem nenhuma
Compor assim fica fácil, né? Letras que não
dizem nada, e nem têm essa intenção. Desde que
tenham uma métrica aceitável pra colocar uma melodia
em cima. O que nem é difícil, já que é tudo 2-5-1, e as
melodias nem são elaboradas. Bom, é válido afirmar que
elas já tem um tema pré-definido: romance adolescente.
Algo que realmente vai fazer muita diferença na vida das
pessoas, e tem força pra mudar o rumo da sociedade.

4.Roupas coloridas cegantes e chocantes
Se a música não é o objetivo, que tal nos concentrarmos
na imagem? Não, não consigo. Meus olhos ardem na
tentativa de olhar. É como um sol ofuscante, imponente
e maravilhoso. Quando dizemos coloridos, hoje em dia,
não estamos falando de vermelho, azul, ou rosa. Até
estamos, se forem tons fluorescentes. Mas, primordialmente,
aquele laranja, ou verde limão, blusas e calças em cores
de marca texto. Estão em todo lugar, é uma epidemia.
Eu preciso falar dos óculos? Eles não se contentam em
nos cegar, eles ainda fazem força pra ficarem feios,
pra que nós nos deliciemos com suas imagens apavorantes.

E não! Eles não querem ser zuados. Não querem que seus
fãs, em sua ingenuidade e alienação sejam zuados.
Principalmente quando dizem coisas absurdas - n preciso falar, né?

Mesmo que a gente não entenda de música, ou não ligue pra
complexidade rítmica, melódica e harmônica como critério
de avaliação pro que nós gostamos, ou não. Deus nos deu
o dom de ouvir, e eu não consigo pensar em motivos pra
gostar de sons mal feitos e mal cantados, que não sejam a
integração social, nesse caso alienação, ou falta de vivência,
falta de cultura, falta de buscar algo realmente agradável aos ouvidos.
Queria mesmo saber o que passa pela cabeça de alguém que
gosta de restart. Não a galera do puta falta de sacanagem,
alguém consciente. Mas pensando bem, acho que não existe
ninguém com essas características. Existe?

Consciência à humanidade - Pelo amor de Deus.

Deixa pra lá

Ah, chega.
Sempre que eu quero postar algo legal,
dá algum problema no blog.
Vou usar agora como diário mesmo.

sábado, 30 de janeiro de 2010

Há dois dias atrás...

Eu estava estudando piano como uma condenada, por que
precisava pegar repertório pra prova da ULM - agora EMESP -
em 4 dias... Sim, 4 dias. Eu pretendia prestar para o segundo
ciclo, para o qual tenho repertório de sobra.
Mas... Eu tenho 17 anos, então teria que prestar para o terceiro.
Acontece que... Eu não passei na primeira fase - análise
de currículo - não sei por quê.
O que importa é que... eu fiquei pensando nesse dia.
Que, se eu perdesse 15 minutos, eu ia me arrepender depois.
Que por 15 minutos eu poderia realizar uma prova em um nível
bem melhor. Mas, nós temos a maldita tendência a ceder aos
desejos, pelo conforto. Nesse caso - a preguiça.
O primeiro passo é sempre o mais difícil. Ter a iniciativa de
de dizer: "Não, não vou ceder." Depois disso, parece que a
preguiça não existia. E que, apesar de 15 minutos de estudo
a mais rederem uma grande diferença - favorável, claro - no
resultado, 15 minutos a mais de descanso... não fazem muita
diferença. No fim, sempre iremos querer mais.
Minha professora de piano uma vez me disse algo muito importante,
que ficou na minha cabeça até hoje. Porque, sabe... Eu nunca
fui uma aluna muito... aplicada. Isso funcionava na escola,
mas na música, é diferente. Música se trata de superação.
Então, eu estava me justificando, dizendo que eu tiinha a intenção
de estudar, mas no final algo sempre me impedia. E ela disse:
"Sim, mas a sua intenção não vale nada. Você tem que deixar a
sua intenção de lado e sentar a bunda na cadeira pra estudar."
Aquilo foi impressionante pra mim.
Então eu estudei, e estudei muito. No final, não passei, mas
tenho mais músicas no repertório. Também não vou dizer que nunca
mais vou ceder aos meus desejos. Mas, temos que tentar evitar, não é?
E são... 2h30 da manhã e eu tenho q acordar as 7h, então.
E, claro... SHOW DO METAAALLICAA... *---*.
Não podia deixar de mencionar. =D
Boa noite.

Consciência à humanidade.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Começando...

Esse blog é mais pra registrar o que eu penso, o que eu sinto, o que eu vivo,
e principalmente o que eu aprendo com as minhas experiências...
Ou as conclusões das minhas reflexões... e como cheguei a elas...
Eu queria ter feito esse blog antes, pra registrar várias coisas importantes
que eu provavelmente já esqueci, mas conforme eu for lembrando,
eu posto elas aqui também...

Acho que nem vou divulgar o blog... tá aí pra quem xeretar... =o
[ou seja, quase ninguém, neh?]
Mas... é um blog mais pra mim do que pra qualquer um...

O nome do blog é auto-explicativo, neh? xD
Mas o endereço é uma referência ao escola-teatro-templo da minha vida...
Escola, a teoria. Teatro, a vivência. Templo, a experiência, a consciência que fica.
Escolhi o teatro porque... Vou explicar os bastidores da minha vida.
Escola vai estar aqui, Templo vai estar aqui. É tudo interligado, neh?
Mas acho que... o teatro... é o que vai alcançar a mente das pessoas...
É como o beijo, talvez... Só se aprende como é, quando se beija.

Consciência à humanidade.