Eu estive andando pra onde meus pés me levam...
Estive pensando menos onde pisar...
Mas esses passos me levaram mais longe do que eu podia imaginar.
Meus passos me levaram onde eu deveria estar.
Não, não levaram onde achei que queria ir.
Mas onde estou agora, é onde eu vejo a realidade que se negava a se apresentar a mim.
Não sei se é aplicável em todos os casos... Mas aconteceu assim.
Consciência à humanidade.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Aprendendo e aprendendo...
Chega um dia que você se depara com o dilema.
Dilema ético, prático, teórico, enfim. Dilema que bom senso nenhum resolve.
Dilema que independente da decisão, tem perdas e ganhos. Nas duas opções,
tem egoísmo e altruísmo envolvidos. Pesar o mais sensato e o mais praticável,
fica quase impossível. Vai depender de experiência e ponto de vista.
Quando você tenta olhar por todos os lados, parece que o dilema é ainda
mais emblemático. E aí? Que faço?
Pesquisar, e pedir ajuda alheia é quase essencial, pois pode haver algo, um
detalhe que esquecemos de prever ou considerar, além de que a importância
e a preocupação com alguns fatores envolvidos no tal dilema não são as mesmas
para todas as pessoas. Aliás, na maioria esmagadora das vezes, não são.
Circunstâncias e parâmetros são relativos. Podemos nos aproximar da verdade,
quanto mais nos afastarmos dos julgamentos prematuros. Meditar é sempre uma
boa opção. Estar pleno e consciente na hora de tomar uma decisão, que deve vir
com embasamento teórico, argumentos plausíveis e ressalvas.
Deve considerar mente e emoção de todos os envolvidos, e prováveis resultados.
Em muitos casos as alternativas são mais de duas, e considerar soluções criativas
ou não eventuais pode promover um resultado mais do que satisfatório. Mesmo assim,
também devemos medir os possíveis riscos, e a probabilidade de um desfecho positivo.
E estes, também devem ser comparados com os riscos das opções de ação anteriores.
Será que os fins justificam os meios?
Certamente, os meios tornam os fins compreensíveis, mas não necessariamente os justificam.
Dite-se. Duvide de si mesmo também. Não há síntese sem tese, ou tese sem antítese.
Consciência.
Bijam.
Dilema ético, prático, teórico, enfim. Dilema que bom senso nenhum resolve.
Dilema que independente da decisão, tem perdas e ganhos. Nas duas opções,
tem egoísmo e altruísmo envolvidos. Pesar o mais sensato e o mais praticável,
fica quase impossível. Vai depender de experiência e ponto de vista.
Quando você tenta olhar por todos os lados, parece que o dilema é ainda
mais emblemático. E aí? Que faço?
Pesquisar, e pedir ajuda alheia é quase essencial, pois pode haver algo, um
detalhe que esquecemos de prever ou considerar, além de que a importância
e a preocupação com alguns fatores envolvidos no tal dilema não são as mesmas
para todas as pessoas. Aliás, na maioria esmagadora das vezes, não são.
Circunstâncias e parâmetros são relativos. Podemos nos aproximar da verdade,
quanto mais nos afastarmos dos julgamentos prematuros. Meditar é sempre uma
boa opção. Estar pleno e consciente na hora de tomar uma decisão, que deve vir
com embasamento teórico, argumentos plausíveis e ressalvas.
Deve considerar mente e emoção de todos os envolvidos, e prováveis resultados.
Em muitos casos as alternativas são mais de duas, e considerar soluções criativas
ou não eventuais pode promover um resultado mais do que satisfatório. Mesmo assim,
também devemos medir os possíveis riscos, e a probabilidade de um desfecho positivo.
E estes, também devem ser comparados com os riscos das opções de ação anteriores.
Será que os fins justificam os meios?
Certamente, os meios tornam os fins compreensíveis, mas não necessariamente os justificam.
Dite-se. Duvide de si mesmo também. Não há síntese sem tese, ou tese sem antítese.
Consciência.
Bijam.
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Sei lá.
Saudade costuma ser saudável.
Eu tenho uma amiga que diz que "Saudades não significam
que estamos separadas, mas sim que um dia já estivemos juntas."
É um lindo ponto de vista. E verdadeiro.
Às vezes, quando passamos um tempo longe das pessoas
que amamos, faz bem sentir aquela dorzinha, que não provoca
mais dano do que aquela sensação do prazer do reencontro.
Mas até que ponto a saudade é tão benigna?
Eu estava pensando aqui, e cheguei à conclusão de que isso depende
de vários fatores. Dois principais: Tempo(t) e intensidade do sentimento(a).
Convenhamos que quanto maior a intensidade do sentimento, menos tempo
é necessário pra que se sinta saudades. A saudade, então, seria de forma
muito simplificada o resultado de a/t.
Mas acho que existe um certo ponto em que ela deixa de ser saudável.
Uma intensidade de saudade x que faz com que... A pessoa fique tão
emocionalmente lesada que a intensidade do sentimento diminua.
Mas aí também há diversos tipos de saudades, como vários tipo de lesão.
Os hematomas... Que só doem quando alguém ou alguma coisa os aperta,
e se curam sem tanto esforço ou participação do lesado; Os cortes...
Que ardem pra caramba mas curam rapidinho se nos cuidarmos; E talvez
aquelas feridas abertas... Que só curam com muito cuidado, cautela, atenção,
e ainda assim sempre deixam uma traumática cicatriz.
Quanto à "cura", acho que ela pode representar os reencontros, e a "cicatriz",
o sentimento estancado, reprimido ou até "morto".(Não lembrei de nenhum termo melhor).
Tudo bem, eu briso bastante. Mas é assim que eu me sinto.
Também acho que qualquer tipo de saudades pode deixar cicatriz, qualquer
tipo de lesão pode curar ou infeccionar, dependendo de como a tratamos.
A minha lesão cicatrizou. É até infeliz, depois reencontrar a pessoa que foi
a causa da lesão e deixar um hematoma diferente... De não reciprocidade
dos sentimentos. Mas eu prefiro não abrir minha pele de novo... Eu acho.
Acho que descobrirei em breve. Quando esse breve chegar, eu te conto.
Inteligência emocional à humanidade.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Às vezes...
... É difícil ter fé na humanidade...
Mas não porque a gente pense que somos os únicos dispostos.
E sim porque a gente faz parte, a gente sabe o que rola
aqui dentro. As emoções, os pensamentos, as vontades, os desejos.
Tão dentro de mim quanto de cada um de nós.
Tem essas horas em que ficamos distantes, e não lembramos,
não conseguimos ou não queremos lembrar, do porque estamos lutando.
Ficamos distantes do bom, do belo. Daquela energia, daquele amor
pelas metas e pelas pessoas em volta.
São momentos... Vão passar...
Mas não porque a gente pense que somos os únicos dispostos.
E sim porque a gente faz parte, a gente sabe o que rola
aqui dentro. As emoções, os pensamentos, as vontades, os desejos.
Tão dentro de mim quanto de cada um de nós.
Tem essas horas em que ficamos distantes, e não lembramos,
não conseguimos ou não queremos lembrar, do porque estamos lutando.
Ficamos distantes do bom, do belo. Daquela energia, daquele amor
pelas metas e pelas pessoas em volta.
São momentos... Vão passar...
terça-feira, 24 de maio de 2011
Um segredo.
Um assunto um tanto quanto pessoal.
Mudei de aspiração. De profissão. De intenção.
Andei pensando, me encontrando.
Note1: Life may have its tough times... But we're the ones who chose living it the way we do. If we don't like something... Than we should think about changing. And if there's nothing we would give on up... It means that's the best we can do! Or the best we want to do. Let's think once again. Is it? Maybe we're rushing. Let's live life in a way we love. That's the only way we'll reach hapinness!
Note2: A cada dia a música me parece mais bela, mais transcendental. O quão lindo pode ser a busca de cada dia pelo aprimoramento, a visão de cada minuto de estudo tomando forma, se tornando som, cor, técnica. Se tornando percepção além dos sons, mas do mundo, do universo que nos cerca, nos trazendo novas visões, novos pontos de vista. Ângulos que sem ela, nunca seriam notados.
I found the way I love life: Construindo vínculos.
Não só música, mas amizade. Confiança, comunhão,
uma rede de vínculos entre as pessoas. Todas as pessoas.
Essa é minha nova profissão. Quero arquitetar sentimentos.
Sentimentos também. Mas em primeiro lugar, união.
É com música que o farei. Com um violão em mãos,
a voz em constante atividade, e um sorriso. Um segredo.
Don't worry. I know I can do it.
Amor à humanidade
Consciência à humanidade.
Mudei de aspiração. De profissão. De intenção.
Andei pensando, me encontrando.
Note1: Life may have its tough times... But we're the ones who chose living it the way we do. If we don't like something... Than we should think about changing. And if there's nothing we would give on up... It means that's the best we can do! Or the best we want to do. Let's think once again. Is it? Maybe we're rushing. Let's live life in a way we love. That's the only way we'll reach hapinness!
Note2: A cada dia a música me parece mais bela, mais transcendental. O quão lindo pode ser a busca de cada dia pelo aprimoramento, a visão de cada minuto de estudo tomando forma, se tornando som, cor, técnica. Se tornando percepção além dos sons, mas do mundo, do universo que nos cerca, nos trazendo novas visões, novos pontos de vista. Ângulos que sem ela, nunca seriam notados.
I found the way I love life: Construindo vínculos.
Não só música, mas amizade. Confiança, comunhão,
uma rede de vínculos entre as pessoas. Todas as pessoas.
Essa é minha nova profissão. Quero arquitetar sentimentos.
Sentimentos também. Mas em primeiro lugar, união.
É com música que o farei. Com um violão em mãos,
a voz em constante atividade, e um sorriso. Um segredo.
Don't worry. I know I can do it.
Amor à humanidade
Consciência à humanidade.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
E eu que pensava que meu caminho era original!
É até cômico pensar... Original.
Assim como o de Tom, como o de Chico.
O que importa, é que caminho com meus próprios pés.
Ai, Chico... À minha percepção, é casa do Niemeyer
que é assim, como coro da Mara. Pouco me importa a ordem cronológica!
Importa sim, que reconheci tal sensação em arquitetar, e até no futebol.
Mas era mais intensa, profunda... Era descoberta, no cantar e no musicar.
Arte, amar-te.
A arte de amar.?
Amor à humanidade.
[...]
Assim como o de Tom, como o de Chico.
O que importa, é que caminho com meus próprios pés.
Ai, Chico... À minha percepção, é casa do Niemeyer
que é assim, como coro da Mara. Pouco me importa a ordem cronológica!
Importa sim, que reconheci tal sensação em arquitetar, e até no futebol.
Mas era mais intensa, profunda... Era descoberta, no cantar e no musicar.
Arte, amar-te.
A arte de amar.?
Amor à humanidade.
[...]
domingo, 1 de maio de 2011
Vida real
Como seria lindo se tudo ocorresse como nos livros, ou nos filmes.
O drama pode até ser mais intenso, mas pelo menos,
você tem certeza de que haverá um clímax que antecede o desfecho.
Pode acabar com um "feliz para sempre", ou com uma grande
tragédia... Mas vai acabar de alguma forma.
Na vida, temos que esquecer, ou aprender a lidar com os
problemas que não têm solução, e nos conformarmos com a realidade.
As coisas parecem lindas numa hora, e péssimas na hora seguinte.
E muitas vezes, não temos a opção de agir, tomar uma atitude
que vai melhorar, estabilizar, ou terminar nossos próprios dramas.
Mas devemos lembrar, é claro, que somos nós que vivemos a nossa
vida, e são as nossas escolhas que determinam a nossa realidade.
Culpar as pessoas à nossa volta não é nada, se não uma maneira de
justificar as nossas atitudes ou não atitudes sem sair da zona de conforto.
Nos resta, como sempre, a opção entre aprender com as boas e
más escolhas, ou passar o resto da vida reclamando, ou se mutilando
por causa de desfechos desagradáveis do passado.
Como seria bom, se houvesse solução pra todos os problemas!
Mas como essa é a vida real, cabe a nós criá-las.
Consciência à humanidade.
O drama pode até ser mais intenso, mas pelo menos,
você tem certeza de que haverá um clímax que antecede o desfecho.
Pode acabar com um "feliz para sempre", ou com uma grande
tragédia... Mas vai acabar de alguma forma.
Na vida, temos que esquecer, ou aprender a lidar com os
problemas que não têm solução, e nos conformarmos com a realidade.
As coisas parecem lindas numa hora, e péssimas na hora seguinte.
E muitas vezes, não temos a opção de agir, tomar uma atitude
que vai melhorar, estabilizar, ou terminar nossos próprios dramas.
Mas devemos lembrar, é claro, que somos nós que vivemos a nossa
vida, e são as nossas escolhas que determinam a nossa realidade.
Culpar as pessoas à nossa volta não é nada, se não uma maneira de
justificar as nossas atitudes ou não atitudes sem sair da zona de conforto.
Nos resta, como sempre, a opção entre aprender com as boas e
más escolhas, ou passar o resto da vida reclamando, ou se mutilando
por causa de desfechos desagradáveis do passado.
Como seria bom, se houvesse solução pra todos os problemas!
Mas como essa é a vida real, cabe a nós criá-las.
Consciência à humanidade.
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