quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Aprendendo e aprendendo...

     Chega um dia que você se depara com o dilema.
     
Dilema ético, prático, teórico, enfim. Dilema que bom senso nenhum resolve.
     Dilema que independente da decisão, tem perdas e ganhos. Nas duas opções,
tem egoísmo e altruísmo envolvidos. Pesar o mais sensato e o mais praticável,
fica quase impossível. Vai depender de experiência e ponto de vista.
    Quando você tenta olhar por todos os lados, parece que o dilema é ainda
mais emblemático. E aí? Que faço?


     Pesquisar, e pedir ajuda alheia é quase essencial, pois pode haver algo, um
detalhe que esquecemos de prever ou considerar, além de que a importância
e a preocupação com alguns fatores envolvidos no tal dilema não são as mesmas
para todas as pessoas. Aliás, na maioria esmagadora das vezes, não são.

     Circunstâncias e parâmetros são relativos. Podemos nos aproximar da verdade,
quanto mais nos afastarmos dos julgamentos prematuros. Meditar é sempre uma
boa opção. Estar pleno e consciente na hora de tomar uma decisão, que deve vir
com embasamento teórico, argumentos plausíveis e ressalvas.
Deve considerar mente e emoção de todos os envolvidos, e prováveis resultados.
     Em muitos casos as alternativas são mais de duas, e considerar soluções criativas
ou não eventuais pode promover um resultado mais do que satisfatório. Mesmo assim,
também devemos medir os possíveis riscos, e a probabilidade de um desfecho positivo.
E estes, também devem ser comparados com os riscos das opções de ação anteriores.

     Será que os fins justificam os meios?
     Certamente, os meios tornam os fins compreensíveis, mas não necessariamente os justificam.
     Dite-se. Duvide de si mesmo também. Não há síntese sem tese, ou tese sem antítese.

     Consciência.
     Bijam.

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