Outra postagem antiga do facebook, que achei ser útil deixar registrada.
Caraamba. Acha que sabe o que é amor? Todo mundo fica aí, falando de amor, falando que quando a gente ama a gente só consegue pensar em uma pessoa. Enquanto o mundo tá aí cheio de fragilidades, e ninguém quer nem pensar no assunto, nem abrir os olhos. Eu faço esse mundo, você faz esse mundo! Isso não é conversa clichê! Você, eu, somos responsáveis tanto por esse mundo em condições precárias, como por esse Brasil do qual você adoora reclamar. Você é que deixa ele assim. Se o mundo soubesse o que é amor, estaria pensando em TODO MUNDO. Estaria lutando por um mundo melhor, estaria buscando informação e se preocupando em ser consciente. Não consciente porque é legal, porque é o nosso dever. Consciente porque a gente sabe que a roupinha que a gente compra aqui ou ali às vezes vem de trabalho escravo, e se preocupa - de verdade - com o bem estar daquelas pessoas. Consciente porque pra nós estarmos sentadinhos confortáveis tem alguém vivendo em condições subumanas. E VOCÊ NÃÃÃO VIVE EM UMA BOLHA. AQUILO É CONSEQUÊNCIA DO QUE VOCÊ FAZ OU DEIXA DE FAZER! E ISSO INCLUI VOCÊ, QUE TÁ CONCORDANDO, E EU TAMBÉM. O ideal, o que eu quero, o que me deixaria muito feliz, seriam pessoas que amam umas às outras, justiça, princípios e valores. Mas eu estou simplesmente desesperada, porque na minha opinião, existe um mínimo necessário, um mínimo necessário que é o respeito mútuo. E até disso estamos muito longe. Porque nós, sociedade, estamos muito preocupados com questões egoístas e egocêntricas. Porque pensar nos outros dá trabalho, e traz responsabilidade. Porque nós estamos ocupados demais com o óculos que não conseguimos comprar! Já passou da hora da sociedade parar com esses jogos de poder, e tirar a bunda da cadeira pra melhorar a vida das outras pessoas que não sejam você, não porque isso vai te trazer status, e vai fazer as pessoas te acharem legal. NO MÍNIMO, a gente tinha que entender que a vida em sociedade TRAZ responsabilidades pra cada um de nós, indivíduos. A gente tinha que se interessar em saber o que acontece a mais de um metro de distância de nós. Eu não entendi, ainda, porque somos tão permissivos. Não entendi ainda, porque não conseguimos nem... Perceber que deveríamos ser gratos.... Que seja, pela comida que a gente tem a possibilidade de comer. EU quero fazer alguma coisa. E não, não sei o que fazer. Mas eu VOU fazer alguma coisa. Assim que eu terminar de escrever isso. Por agora, estou me expressando, e compartilhando meu pensamento. Eu não quero esperar, nem ficar culpando os outros pelo que tá acontecendo. Minha falta de ação contribui, então eu tô indo. Tô chegando. Te convido a vir comigo, não sei pra onde (ainda)... Mas sei a direção. E aí?
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