Mas eu encontrei outra postagem, ainda mais importante. Uma que representa um marco da minha vida, uma transição, o começo de quem eu acredito que seja hoje. Uma viagem ao Sistema Geográfico Sul Mineiro, em fevereiro desse ano. Nela, ocorreram dois eventos de extrema relevância: Eu passei a fazer parte da chamada série interna - ou eterna -, o quinto e último grau da chamada iniciação eubiótica, o que me faz, oficialmente, uma integrante da Sociedade Brasileira de Eubiose (pretendo detalhar a minha visão sobre o assunto em uma próxima postagem); eu e o Grupo Vocal Jovem Jivas da Música, coral do departamento de Eubiose Sumaré, nos apresentamos em uma convenção em São Lourenço, e muito bem! Eu me arriscaria a dizer que foi a melhor performance que tivemos em nossos dois ou três anos de existência. Tanto o primeiro, quanto o segundo evento, me abriram muitas portas dentro da sociedade, além de me oferecerem uma grande oportunidade de desenvolvimento pessoal, e profissional.
Além de tudo, eu passei por experiências muito agradáveis, e me vi cercada de pessoas, momentos, e sensações muito especiais. Quanto a isso, eu digo que um rio verde me levou de Conceição à Itanhandú. Isso porque eu costumo trabalhar com música em Conceição do Rio Verde, e pelo jeito, Itanhandú me chamou para agradecer, e para mostrar esse trabalho, já que por alguns motivos nos quais não adentrarei no momento, dizemos que a tônica de Itanhandú é a das artes. E reparem bem, nessa conexão entre as duas cidades... Tão importante, que é citada nos hinos de ambas!
E depois de me prolongar tanto na explicação sobre essa pequena viagem, a postagem no facebook que mencionei anteriormente, postada logo após a minha chegada à São Paulo, para mostrar a intensidade do deleite que essas experiências me causaram:
"E isso não impede que eu repita: É bonita, é bonita e é bonita."
Ontem foi com certeza, um dos dias mais transcendentais que eu já passei!
Senti como se a natureza sorrisse pra nós, e nos desse as boas vindas!
Se a beleza de Itanhandú não está, à primeira vista,
na aparência externa simples de seu santuário,
ela está na amabilidade com que recebe a nossa arte, está na integração,
está num Rio Verde, numa cachoeira, numa chuva gostosa acompanhada de
um, depois dois arco-íris completos!
Está nas pessoas maravilhosas, e está num violão.
Está numas vozes cantando descontraidamente, por prazer.
Se isso não é dádiva, eu não sei o que é.
Mas só tenho a agradecer a todos - e ao tal todo - pelo dia maravilhoso!
E a parabenizar a nós, os recém-chegados, e a nós, os cantantes!
É aí que está a arte!
Ontem eu vi arte, e vi amor.
Obrigada.
Ontem foi com certeza, um dos dias mais transcendentais que eu já passei!
Senti como se a natureza sorrisse pra nós, e nos desse as boas vindas!
Se a beleza de Itanhandú não está, à primeira vista,
na aparência externa simples de seu santuário,
ela está na amabilidade com que recebe a nossa arte, está na integração,
está num Rio Verde, numa cachoeira, numa chuva gostosa acompanhada de
um, depois dois arco-íris completos!
Está nas pessoas maravilhosas, e está num violão.
Está numas vozes cantando descontraidamente, por prazer.
Se isso não é dádiva, eu não sei o que é.
Mas só tenho a agradecer a todos - e ao tal todo - pelo dia maravilhoso!
E a parabenizar a nós, os recém-chegados, e a nós, os cantantes!
É aí que está a arte!
Ontem eu vi arte, e vi amor.
Obrigada.