Se você me perguntar por que raios eu passei a minha vida inteira
tentando convencer a mim mesma e a todo o resto do mundo, de que
talento não existe, eu não vou saber responder mais.
No final das contas, fica claro que algumas pessoas tem mais
facilidade pra algumas coisas do que outras. Isso não é dom, isso não é
necessariamente nato, pode vir de fatores que constituem a formação
das pessoas... E não deixa de ser facilidade, de ser talento, de ser fluência.
Agora... O que me encontro questionando, é o quanto tem mais
valor alguém desenvolver uma habilidade por possuir o chamado talento, ou por
estudar muito na vida... Se é que alguma dessas alternativas se sobrepõe à outra.
A formação de todos nós nos prepara para alguma coisa, em maior ou
em menor grau. Porém, essa formação pode ser extremamente útil
ao contexto em que você escolheu viver, ou pode ser extremamente adversa.
A questão é que, em geral, escolhemos conscientemente o contexto em que vivemos.
Então, independentemente de nos julgarmos talentoso ou não nesse contexto,
devemos estar previamente preparados para o que há de vir.
Além disso, se, por exemplo, duas pessoas tocam maravilhosamente um Liszt,
ou dirigem bem pra caramba... Que importa, qual o mais insignificante critério de diferenciação
que julgará se um ou outro caminho que os levaram até onde estão é mais válido?
Se eu julgo que estudo pode chegar no mesmo grau de excelência que o talento?
Me pergunto se o talento pode chegar no mesmo grau de excelência que o estudo.
E acredito numa resposta positiva nos dois casos.
O talento não exclui o estudo... Assim como o talento pode vir com estudo.
O importante é sermos verdadeiros no que fazemos.
Ou, no mínimo, saber porque fazemos e porque escolhemos fazer o que fazemos.
A consciência de ser, e de onde se pretende chegar, sim, se sobrepõe
à qualquer facilidade ou dificuldade que tenhamos para desempenhar qualquer tarefa.
Ninguém é incompetente, a menos que queira ser.
Um abraço.
E consciência.
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Amor?
É difícil compreender, como as pessoas lidam com seus medos, e com o stress.
É contraditório.
O mundo vive em crise, por falta de amor.
Mas os seres humanos, como indivíduos, são tão carentes, se sentem tão só...
Quanto mais reclusos, menos amor demonstram, e mais amor precisam.
Acabam se tornando frágeis lá dentro, e agressivos por fora.
No final das contas, até que faz sentido, porque...
Como vamos dividir algo de que carecemos tanto?
Porém, no fundo, essa carência é uma forma de velar a nossa verdade.
E a verdade é que gostaríamos todos de criar vínculos de afetividade,
de amar sem limites, e de nos sentirmos amados.
No fim das contas o que mostramos é uma proteção contra o que mais queremos da vida...
Talvez porque criamos uma imagem de que quem ama é fraco.
Talvez por negarmos a necessidade que temos de sermos também seres emocionais.
Talvez porque se mostrar em verdade seja perigoso demais.
Temos medo do amor.
Temos sede de amor.
E a nossa reação é engavetar nosso amor lá no fundo,
e sofrer esperando que alguém venha a abrir essa gaveta.
Acontece que nós podemos abrir a gaveta sozinhos,
e compartilhar a nossa verdade com o mundo.
Devia se ensinar a desengavetar o amor, nas escolas primárias.
Enquanto eu tento me ensinar a parar de fingir que não amo o que amo.
Além de tudo quero amar, e viver feliz.
Consciência à humanidade.
É contraditório.
O mundo vive em crise, por falta de amor.
Mas os seres humanos, como indivíduos, são tão carentes, se sentem tão só...
Quanto mais reclusos, menos amor demonstram, e mais amor precisam.
Acabam se tornando frágeis lá dentro, e agressivos por fora.
No final das contas, até que faz sentido, porque...
Como vamos dividir algo de que carecemos tanto?
Porém, no fundo, essa carência é uma forma de velar a nossa verdade.
E a verdade é que gostaríamos todos de criar vínculos de afetividade,
de amar sem limites, e de nos sentirmos amados.
No fim das contas o que mostramos é uma proteção contra o que mais queremos da vida...
Talvez porque criamos uma imagem de que quem ama é fraco.
Talvez por negarmos a necessidade que temos de sermos também seres emocionais.
Talvez porque se mostrar em verdade seja perigoso demais.
Temos medo do amor.
Temos sede de amor.
E a nossa reação é engavetar nosso amor lá no fundo,
e sofrer esperando que alguém venha a abrir essa gaveta.
Acontece que nós podemos abrir a gaveta sozinhos,
e compartilhar a nossa verdade com o mundo.
Devia se ensinar a desengavetar o amor, nas escolas primárias.
Enquanto eu tento me ensinar a parar de fingir que não amo o que amo.
Além de tudo quero amar, e viver feliz.
Consciência à humanidade.
segunda-feira, 25 de junho de 2012
"Um Rio Verde me levou de Conceição à Itanhandú"
E quando eu percebo que eu deixo o blog parado pra não registrar meus pensamentos mais importantes, eu tenho necessidade de recuperar o máximo possível do que se passou, afinal, esse blog também tem a intenção de me lembrar, no futuro, de quem eu fui... E do quanto eu cresci... Do quanto eu mudei. Por isso, achei aquelas duas últimas postagens, referentes ao facebook, muito relevantes nesse contexto.
Mas eu encontrei outra postagem, ainda mais importante. Uma que representa um marco da minha vida, uma transição, o começo de quem eu acredito que seja hoje. Uma viagem ao Sistema Geográfico Sul Mineiro, em fevereiro desse ano. Nela, ocorreram dois eventos de extrema relevância: Eu passei a fazer parte da chamada série interna - ou eterna -, o quinto e último grau da chamada iniciação eubiótica, o que me faz, oficialmente, uma integrante da Sociedade Brasileira de Eubiose (pretendo detalhar a minha visão sobre o assunto em uma próxima postagem); eu e o Grupo Vocal Jovem Jivas da Música, coral do departamento de Eubiose Sumaré, nos apresentamos em uma convenção em São Lourenço, e muito bem! Eu me arriscaria a dizer que foi a melhor performance que tivemos em nossos dois ou três anos de existência. Tanto o primeiro, quanto o segundo evento, me abriram muitas portas dentro da sociedade, além de me oferecerem uma grande oportunidade de desenvolvimento pessoal, e profissional.
Além de tudo, eu passei por experiências muito agradáveis, e me vi cercada de pessoas, momentos, e sensações muito especiais. Quanto a isso, eu digo que um rio verde me levou de Conceição à Itanhandú. Isso porque eu costumo trabalhar com música em Conceição do Rio Verde, e pelo jeito, Itanhandú me chamou para agradecer, e para mostrar esse trabalho, já que por alguns motivos nos quais não adentrarei no momento, dizemos que a tônica de Itanhandú é a das artes. E reparem bem, nessa conexão entre as duas cidades... Tão importante, que é citada nos hinos de ambas!
E depois de me prolongar tanto na explicação sobre essa pequena viagem, a postagem no facebook que mencionei anteriormente, postada logo após a minha chegada à São Paulo, para mostrar a intensidade do deleite que essas experiências me causaram:
"E isso não impede que eu repita: É bonita, é bonita e é bonita."
Ontem foi com certeza, um dos dias mais transcendentais que eu já passei!
Senti como se a natureza sorrisse pra nós, e nos desse as boas vindas!
Se a beleza de Itanhandú não está, à primeira vista,
na aparência externa simples de seu santuário,
ela está na amabilidade com que recebe a nossa arte, está na integração,
está num Rio Verde, numa cachoeira, numa chuva gostosa acompanhada de
um, depois dois arco-íris completos!
Está nas pessoas maravilhosas, e está num violão.
Está numas vozes cantando descontraidamente, por prazer.
Se isso não é dádiva, eu não sei o que é.
Mas só tenho a agradecer a todos - e ao tal todo - pelo dia maravilhoso!
E a parabenizar a nós, os recém-chegados, e a nós, os cantantes!
É aí que está a arte!
Ontem eu vi arte, e vi amor.
Obrigada.
Ontem foi com certeza, um dos dias mais transcendentais que eu já passei!
Senti como se a natureza sorrisse pra nós, e nos desse as boas vindas!
Se a beleza de Itanhandú não está, à primeira vista,
na aparência externa simples de seu santuário,
ela está na amabilidade com que recebe a nossa arte, está na integração,
está num Rio Verde, numa cachoeira, numa chuva gostosa acompanhada de
um, depois dois arco-íris completos!
Está nas pessoas maravilhosas, e está num violão.
Está numas vozes cantando descontraidamente, por prazer.
Se isso não é dádiva, eu não sei o que é.
Mas só tenho a agradecer a todos - e ao tal todo - pelo dia maravilhoso!
E a parabenizar a nós, os recém-chegados, e a nós, os cantantes!
É aí que está a arte!
Ontem eu vi arte, e vi amor.
Obrigada.
Realize it!
Outra postagem antiga do facebook, que achei ser útil deixar registrada.
Caraamba. Acha que sabe o que é amor? Todo mundo fica aí, falando de amor, falando que quando a gente ama a gente só consegue pensar em uma pessoa. Enquanto o mundo tá aí cheio de fragilidades, e ninguém quer nem pensar no assunto, nem abrir os olhos. Eu faço esse mundo, você faz esse mundo! Isso não é conversa clichê! Você, eu, somos responsáveis tanto por esse mundo em condições precárias, como por esse Brasil do qual você adoora reclamar. Você é que deixa ele assim. Se o mundo soubesse o que é amor, estaria pensando em TODO MUNDO. Estaria lutando por um mundo melhor, estaria buscando informação e se preocupando em ser consciente. Não consciente porque é legal, porque é o nosso dever. Consciente porque a gente sabe que a roupinha que a gente compra aqui ou ali às vezes vem de trabalho escravo, e se preocupa - de verdade - com o bem estar daquelas pessoas. Consciente porque pra nós estarmos sentadinhos confortáveis tem alguém vivendo em condições subumanas. E VOCÊ NÃÃÃO VIVE EM UMA BOLHA. AQUILO É CONSEQUÊNCIA DO QUE VOCÊ FAZ OU DEIXA DE FAZER! E ISSO INCLUI VOCÊ, QUE TÁ CONCORDANDO, E EU TAMBÉM. O ideal, o que eu quero, o que me deixaria muito feliz, seriam pessoas que amam umas às outras, justiça, princípios e valores. Mas eu estou simplesmente desesperada, porque na minha opinião, existe um mínimo necessário, um mínimo necessário que é o respeito mútuo. E até disso estamos muito longe. Porque nós, sociedade, estamos muito preocupados com questões egoístas e egocêntricas. Porque pensar nos outros dá trabalho, e traz responsabilidade. Porque nós estamos ocupados demais com o óculos que não conseguimos comprar! Já passou da hora da sociedade parar com esses jogos de poder, e tirar a bunda da cadeira pra melhorar a vida das outras pessoas que não sejam você, não porque isso vai te trazer status, e vai fazer as pessoas te acharem legal. NO MÍNIMO, a gente tinha que entender que a vida em sociedade TRAZ responsabilidades pra cada um de nós, indivíduos. A gente tinha que se interessar em saber o que acontece a mais de um metro de distância de nós. Eu não entendi, ainda, porque somos tão permissivos. Não entendi ainda, porque não conseguimos nem... Perceber que deveríamos ser gratos.... Que seja, pela comida que a gente tem a possibilidade de comer. EU quero fazer alguma coisa. E não, não sei o que fazer. Mas eu VOU fazer alguma coisa. Assim que eu terminar de escrever isso. Por agora, estou me expressando, e compartilhando meu pensamento. Eu não quero esperar, nem ficar culpando os outros pelo que tá acontecendo. Minha falta de ação contribui, então eu tô indo. Tô chegando. Te convido a vir comigo, não sei pra onde (ainda)... Mas sei a direção. E aí?
Caraamba. Acha que sabe o que é amor? Todo mundo fica aí, falando de amor, falando que quando a gente ama a gente só consegue pensar em uma pessoa. Enquanto o mundo tá aí cheio de fragilidades, e ninguém quer nem pensar no assunto, nem abrir os olhos. Eu faço esse mundo, você faz esse mundo! Isso não é conversa clichê! Você, eu, somos responsáveis tanto por esse mundo em condições precárias, como por esse Brasil do qual você adoora reclamar. Você é que deixa ele assim. Se o mundo soubesse o que é amor, estaria pensando em TODO MUNDO. Estaria lutando por um mundo melhor, estaria buscando informação e se preocupando em ser consciente. Não consciente porque é legal, porque é o nosso dever. Consciente porque a gente sabe que a roupinha que a gente compra aqui ou ali às vezes vem de trabalho escravo, e se preocupa - de verdade - com o bem estar daquelas pessoas. Consciente porque pra nós estarmos sentadinhos confortáveis tem alguém vivendo em condições subumanas. E VOCÊ NÃÃÃO VIVE EM UMA BOLHA. AQUILO É CONSEQUÊNCIA DO QUE VOCÊ FAZ OU DEIXA DE FAZER! E ISSO INCLUI VOCÊ, QUE TÁ CONCORDANDO, E EU TAMBÉM. O ideal, o que eu quero, o que me deixaria muito feliz, seriam pessoas que amam umas às outras, justiça, princípios e valores. Mas eu estou simplesmente desesperada, porque na minha opinião, existe um mínimo necessário, um mínimo necessário que é o respeito mútuo. E até disso estamos muito longe. Porque nós, sociedade, estamos muito preocupados com questões egoístas e egocêntricas. Porque pensar nos outros dá trabalho, e traz responsabilidade. Porque nós estamos ocupados demais com o óculos que não conseguimos comprar! Já passou da hora da sociedade parar com esses jogos de poder, e tirar a bunda da cadeira pra melhorar a vida das outras pessoas que não sejam você, não porque isso vai te trazer status, e vai fazer as pessoas te acharem legal. NO MÍNIMO, a gente tinha que entender que a vida em sociedade TRAZ responsabilidades pra cada um de nós, indivíduos. A gente tinha que se interessar em saber o que acontece a mais de um metro de distância de nós. Eu não entendi, ainda, porque somos tão permissivos. Não entendi ainda, porque não conseguimos nem... Perceber que deveríamos ser gratos.... Que seja, pela comida que a gente tem a possibilidade de comer. EU quero fazer alguma coisa. E não, não sei o que fazer. Mas eu VOU fazer alguma coisa. Assim que eu terminar de escrever isso. Por agora, estou me expressando, e compartilhando meu pensamento. Eu não quero esperar, nem ficar culpando os outros pelo que tá acontecendo. Minha falta de ação contribui, então eu tô indo. Tô chegando. Te convido a vir comigo, não sei pra onde (ainda)... Mas sei a direção. E aí?
Arte.
Escrevi isso há muito tempo, em uma postagem do facebook.
Achei que seria útil deixar registrado...
A arte vai muito além da estética. Ser artista, é muito mais do que fazer algo belo. O verdadeiro artista, é aquele que vai na essência da natureza e do ser humano, do comum, do ordinário e do específico. Porque ser artista, é ter sede de compreensão, de consciência e de humanidade. E sua arte, o meio de expressão. O artista cria novas perspectivas, ele inova, pra fazer o povo perguntar-se por quê. E na resposta, respondida pelo próprio povo, é que nós nos encontramos. A função do artista está em expandir a percepção. E é por isso, que a arte vai muito além da estética. A estética é, portanto, o caminho que nos leva onde todo artista tem de ir. Pois é lá, que nos fazemos artistas. A condição de artista exige propósito. Que me perdoem alguns teóricos, mas... É por tudo isso que digo que a arte sem função deixa sua condição de arte, e passa a ser apenas estética.
Achei que seria útil deixar registrado...
A arte vai muito além da estética. Ser artista, é muito mais do que fazer algo belo. O verdadeiro artista, é aquele que vai na essência da natureza e do ser humano, do comum, do ordinário e do específico. Porque ser artista, é ter sede de compreensão, de consciência e de humanidade. E sua arte, o meio de expressão. O artista cria novas perspectivas, ele inova, pra fazer o povo perguntar-se por quê. E na resposta, respondida pelo próprio povo, é que nós nos encontramos. A função do artista está em expandir a percepção. E é por isso, que a arte vai muito além da estética. A estética é, portanto, o caminho que nos leva onde todo artista tem de ir. Pois é lá, que nos fazemos artistas. A condição de artista exige propósito. Que me perdoem alguns teóricos, mas... É por tudo isso que digo que a arte sem função deixa sua condição de arte, e passa a ser apenas estética.
quarta-feira, 30 de maio de 2012
domingo, 13 de maio de 2012
Falando de amor, de mãe!
Esse fim de semana está sendo muito especial.
Nesses últimos dias, tenho visto e sentido o amor pairando sobre tudo o que está à volta.
Me senti abraçada por essa atmosfera, tão afável e acolhedora.
Não poderia ser outro, senão o dia em que homenageamos nosso exemplo mais
verdadeiro de amor, nossa querida mãe. Mas esse amor todo que tem rodeado esses dias
possui outras fontes além desta. É o amor dos amigos; pelos amigos; o amor proporcionado
pela música, e o amor por ela, pela arte, pelas lembranças; a algumas certas
regentes, Yara, Marisa, e a eterna Mara, que conduzem seus trabalhos com tanta dedicação,
com tanto carinho, e tão belamente; as pessoas que amam, seja lá o quê, quem, ou por quê.
Estou tão envolvida nessa aura.
É tanto amor... Muito amor pra contar... E por isso conto apenas que é muito amor.
Sintam-se abraçados.
Consciência à humanidade.
Nesses últimos dias, tenho visto e sentido o amor pairando sobre tudo o que está à volta.
Me senti abraçada por essa atmosfera, tão afável e acolhedora.
Não poderia ser outro, senão o dia em que homenageamos nosso exemplo mais
verdadeiro de amor, nossa querida mãe. Mas esse amor todo que tem rodeado esses dias
possui outras fontes além desta. É o amor dos amigos; pelos amigos; o amor proporcionado
pela música, e o amor por ela, pela arte, pelas lembranças; a algumas certas
regentes, Yara, Marisa, e a eterna Mara, que conduzem seus trabalhos com tanta dedicação,
com tanto carinho, e tão belamente; as pessoas que amam, seja lá o quê, quem, ou por quê.
Estou tão envolvida nessa aura.
É tanto amor... Muito amor pra contar... E por isso conto apenas que é muito amor.
Sintam-se abraçados.
Consciência à humanidade.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Ando sem limites...
Eu estive andando pra onde meus pés me levam...
Estive pensando menos onde pisar...
Mas esses passos me levaram mais longe do que eu podia imaginar.
Meus passos me levaram onde eu deveria estar.
Não, não levaram onde achei que queria ir.
Mas onde estou agora, é onde eu vejo a realidade que se negava a se apresentar a mim.
Não sei se é aplicável em todos os casos... Mas aconteceu assim.
Consciência à humanidade.
Estive pensando menos onde pisar...
Mas esses passos me levaram mais longe do que eu podia imaginar.
Meus passos me levaram onde eu deveria estar.
Não, não levaram onde achei que queria ir.
Mas onde estou agora, é onde eu vejo a realidade que se negava a se apresentar a mim.
Não sei se é aplicável em todos os casos... Mas aconteceu assim.
Consciência à humanidade.
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