domingo, 3 de abril de 2011

Perceber X Imaginar

   Tão sutil e relevante a diferença entre esses dois verbos...
Em uma, nós identificamos os valores de determinada pessoa,
objeto, ou ação. Noutra, nós lhes atribuimos os valores que
nos parecem mais convenientes a nós, ou mais prováveis.

   De qualquer forma, os tornamos verdade em nossa mente limitada.

   Resolvi escrever sobre isso, porque... Com certeza, esse
será o próximo principal dilema da minha vida, já que ando lidando
bem com o meu dilema usual Vontade X Desejo.
   Enfim... Normalmente nós imaginamos. Desde que nascemos,
imaginamos o que são as coisas e porque o são. Em outras palavras,
julgamos. Julgamos tudo e todos, freneticamente.
   O que vemos nas outras pessoas, na verdade, são um reflexo de
nós mesmos, do que imaginamos que elas possuem, por possuirmos
aqueles valores. A realidade é que não sabemos... Geralmente.
Agora... Aquilo que percebemos, por exemplo: 2+2=4.
Isso sim... É um valor real. Não quer dizer, por exemplo, que
porque vemos um certo valor x em algo, considerando no momento
{x=4}, que aquele 4 resultou de 2+2... Pode ter resultado de 2²,
de 1+3; de (-10).45 + 454; N possibilidades. Entende?
   Às vezes as pessoas dizem que meu gosto por exatas vem essencialmente
do meu gosto por humanas. Acho que agora concordo com elas.
   O que quero dizer é que... Não é porque vemos algo que nós
identificamos em alguma outra situação, que a situação será a mesma.
Pode ser que seja, mas pode ser que não.
   Enfim... Não cabe a nós julgarmos nada. Cabe a nós aprendermos,
e agirmos de acordo com o que percebermos do mundo. Da nossa
experiência de como o mundo, a natureza funciona, e tudo mais.
Em outras palavras, de acordo com a nossa consciência, nosso intelecto.

Consciência à humanidade.

7 comentários:

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  2. quem me dera no meio desse mundo capitalista de face ausente embora sem vergonha na cara-um paradoxo,eu pudesse imaginar.quem me dera tempo,se hoje é tão precioso quanto um ar puro arnaquista...lolytta

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